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sexta-feira, 5 de junho de 2009

-1 (easy)

E ao acordar lembrei-me de repente de um daqueles antigos quadros de ardósia preta, dos malditos apagadores e do giz que teimava em apoderar-se da nossa roupa durante os períodos de escolinha, por muito que se tentasse remover cada antigo conjunto de regras (que a todo o custo seria integrado nas nossas vidas), permaneciam sempre algumas estrias obstinadas que teimavam em infiltrar-se nos rasgões mais profundos, seriam esses que determinavam o número de horas que o pobre coitado teria permanecido encostado àquela parede.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

o-o-c

Cupcake offerings at the other side of the river? yellow, tangerine and hammer head shark gray...

My hip replacement was a failure, I had my belief in a rice pudding bowl, I had a Elvis statuette in my car, and danced until 3am inside a gelatin filled swimming pool

The problem is that my head was lost in the desert, my body took control of the car and disappeared into the amazons, it was adopted by a long lost tribe and they forced feed me my own ribs through my urethra, bloody, tasty with chihuahua hair based sauce, my head tried to communicate with their leader using brainwaves, but it failed miserably.

You would need a second whale, there's only one white whale in this world, sorry...you could look around in some of the existing afterlife paralell rings of saturn

I'm really sorry to only inform you about this right now, but the whole universe succumbed, the implosion of the sun devastated all the life support systems in the existing planets. and the only one left is Saturn, the shattered fragments of the old moons became the rings I'm talking about.

You are not alive, you are dead...you're eyeballs are missing, and before that you where colorblind...the whale is white!!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

[sparrow]

[ Era uma vez um pardal cansado da vida. Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura. Voou, voou, até chegar a uma região extremamente fria. E como o frio era intenso suas asas foram ficando congeladas até não poder mais voar - e caiu na neve. Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e, para aquecê-lo, cagou-lhe em cima. O pardal, ao sentir-se aquecido e confortável, começou a cantar. Um gato ouviu o seu canto, foi até lá, retirou-o da merda, brincou com ele e o comeu. ]
  1. Nem sempre aquele que caga em cima de você é seu inimigo
  2. Nem sempre quem tira você da merda e lhe sorri é seu amigo
  3. Desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na merda, mantenha o bico calado.
( retirado do site http://www.fabulasecontos.com.br, [ + ] )

quarta-feira, 13 de maio de 2009

11p-2lb

Gargarejo com guaraná acabando por tossir a chávena de café inteira que respirara acidentalmente, sem salvaguardas, sem vivalma por perto e o desespero grita bem forte, calhou-me o recipiente certo desta vez, foi uma sorte dos diabos pois enquanto revirava os olhos derrubando tudo o que estava espalhado por cima da secretaria não agarrei primeiro a lata de café cheia de clipes e pionés, sem sobras de oxigénio e de narinas tapadas graças à gripe que tanto insiste em manter-se alojada, dou por mim a visualizar acontecimentos passados, era o intérprete gago e o delegado que se deixava urinar, o idoso quase que desmaiado que permanecia encostado ao pilar junto à porta da arrecadação, sempre munido do seu amparo, com o dobro da sua idade e carregado de bichos da madeira, também me lembro do tipo das sanduíches que coçava o nariz vezes sem conta enquanto se babava para cima de cada par de seios que avistava, foi no dia em que chegaram os estagiários, os penduras de longa data questionavam-se entre si acerca de qual deles assumiria a liderança durante o castigo desde ano, não seria este novo lote o primeiro a escapar, a idiotice consistia no agrafar de memorandos uns nos outros até que não restasse um único pedaço de tecido nos seus fatos, o que terminasse primeiro receberia como gratificação um mês inteiro de distribuição de café acabado de fazer por todo o departamento…são estes os momentos para os quais me aguento, resgato o gosto pela vida mas não vejo nada à minha frente, afortunado…muito, continuo desfalecido ou tenho direito a continuação?

(accessibility)

terça-feira, 5 de maio de 2009

thin fold of skin

Utilizo metade de uma lâmina de barbear embebida em esmalte preto para conseguir o efeito desejado sobre o papel, até costumo misturar um pouco de diluente sintético para que seque rapidamente, nem tenho a paciência nem a lentidão necessária para esperar o virar de cada página, uso argolas de metal para unir toda esta magnificência, estas novas especificações que definem a nova instituição que surgirá, é o meu préstimo à humanidade, acabou-se o estigma do "Ser" caótico e visceral, a partir deste momento irei seleccionar todas frequências negativas para depois as excluir definitivamente da composição dos genes humanos, sem direito a rei ou rainha que execute como bem entender as sobras, os excrementos que escapam enquanto trato de eliminar os infectados, os que se rebelam contra os seus mestres, blink…blink e a lista de ordens a proferir envolve-me as mãos, separa-se e afinca-se-me bem fundo na carne, é aí que oiço uma voz de background: "tens que ir buscar o carro às 16h:30!!!!"

(bye ;)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

au techr e 実験


ae

E# F#x# F#t#s# P#o#o#r#p#e#


[ Ed Fox is one of the hottest fetish photographers in LA. When he was in art school people gave him a hard time for wanting to shoot erotic images, particularly of feet. But since then, he has built a lucrative career based on the fetish. He's shot for Leg Show magazine and recently published "Glamour from the Ground Up" (a collection of feet photographs) for TASCHEN Books. In this pod by vc2 producers Josh Soskin and Grace Jackson, we'll see Ed working on set with one of his sexiest fetish models and learn from TASCHEN editor Dian Hanson about how fetish fits into the business of sex. [1, 2] ]

quarta-feira, 22 de abril de 2009

(made) i-s

Odeio ter que repetir as mesmas palavras, e por essa razão fico sem conseguir escrever, bloqueiam-me o acesso à telas mais bonitas, encobrem-me os caminhos para os locais remotos e desagradáveis, em cada um desses momentos limito-me a uma procura rápida de conteúdos na net que me agradam, e acabo por adiar um novo post até surgir um surto de conjuntos de letras que não tenham ainda sido utilizados, prefiro textos pequenos e baralhados, mas ultimamente não os tenho conseguido apresentar, talvez seja passageiro, caso contrário faço uma pausa e logo se vê, suponho que seja uma parte do meu mundo que está reflectido neste suporte, pode-se dizer que já obtive uma maior inspiração e que os dias já foram mais movimentados, em parte minha culpa, mas também por causa dos restantes desmotivados, as ovelhas negras do elenco inicial apresentado ao publico...

( leio-me enquanto emendo, tenho corrigido pouco, que aflição )

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Nota introdutória: não sei o que escrever, estes são alguns comentários que fiz noutros blogs...

E eu que há anos procuro esse maldito interruptor e não o encontro, desligar-me da escrita é complicado, se retenho o que se passa aqui dentro passo a comunicar de forma estranha com os outros...

Olham muito é para os de recheio amargo, e ao final de algum tempo acabam sempre tão estragadas quanto eles, sentem-se compelidas a atropelar os seguintes "chocolates" com toda essa ira, e os que sobram ficam de lado até que derretam...

Torna-se por vezes imperceptível o reconhecimento de algumas dessas "pessoas", embora estejam de sorriso levantado esperam sempre pelo melhor momento para nos apunhalarem, maior malvadez é a com que nos deparamos durante a hora de expediente...

Não coloque de parte a possibilidade de que existe um duplicado seu por aí, sem que dê por isso e quando menos esperar talvez o substituam, sabe, é que os chineses são exímios praticantes da cópia de artigos patenteados no ocidente...

Quando perderes essa tua necessidade de mudança em que acreditas que podes ser algo mais, nem vale a pena continuares a respirar por um instante que seja...

Olhos? Ou portais directos ao afluente percorrido pelas labaredas da tua perversidade desregrada?

Nem penses que te escapas ;| com ou sem espartilho que te magoe...

A palavra poderia ser substituída facilmente por outra qualquer, não importa o que se diz mas como se diz, é o sorriso construído com o toque da ponta da língua no céu da boca, o som traduzido pelo palpitar do coração, é aí que está o verdadeiro significado da palavra, deverá ser repetida vezes sem conta...

Por vezes tornamo-nos imunes às nossas próprias palavras, e consentimos um prosseguimento mesmo que não intencionado...

Esquece toda a mágoa, arquiva o teu sofrimento, chora mas não demasiado, aguarda...e certamente poderás oferecer novamente o teu coração a alguém que procurarás amar...